O dia em que eu esquecer de lembrar, você poderá falar ou fazer algo que dê a entender na qual me faça lembrar de esquecer minha petulância de querer ser mais. O dia em que você assimilar todas as suas ideias, e formar uma opinião própria, você enfim poderá me julgar pelos meus ideais. O dia em que eu não lhe propor mais mudança, não espere que eu mude meu mundo para mudar o nosso. Não me peça o inviável, nem o possível, acredite que lá no fundo das entranhas humanas exista um meio termo. Ser chato demais, cheio de padrão, totalmente formal, cansa!
Quero que chegue o momento em que eu olhe para o caos generalizado e reflita ou apenas consiga solucionar tais crises sem razões. Crises que assombram meu viver. Crises que me afastam do real. Crises que posso solucionar, embora me seja uma aventura passageira que quero muito sonhar.